ARQUIVO: Junho/08



SÃO PEDRO,
ROGAI POR NÓS!



SÃO PAULO,
ROGAI POR NÓS!




Festa do onomástico de D. Bosco

    Aos irmãos e irmãs na Família Salesiana,

    Hoje, festa do onomástico de D. Bosco, é para nós da Família Salesiana uma data de especial comemoração, porquanto, na lembrança de nosso Pai e Fundador, comemoramos da Festa do Reitor-Mor.

    Neste dia, também, lembramos o Dia Mundial dos Ex-Alunos e Ex-Alunas de Dom Bosco, festa que nasceu a partir do gesto de um grupo de ex-alunos que, coordenados por Carlo Gasttinni, anualmente se reuniam em torno de Dom Bosco para saudá-lo.

    Na esteira de tantos ex-alunos e ex-alunas, especialmente de Alberto Marvelli, os Ex-Alunos e Ex-Alunas do Brasil querem ser testemunhas dos valores e crenças da educação salesiana, empenhando-se na família e nas diversas atividades aonde se encontrem, para ser cada dia reflexo do "Bom Cristão e Honesto Cidadão".Portanto, a todos os EEAA e a cada um em particular a nossa saudação especial na sua data comemorativa mundial.

    Também queremos abraçar de modo especial aos Inspetores Salesianos, que representam o Reitor-Mor em suas inspetorias, na missão de animar a Grande Família de Dom Bosco na espiritualidade e na Missão. Seja este abraço extensivo também aos Diretores das Comunidades Salesianas em suas localidades.

    Em Dom Bosco, sempre!

    Luiz Artur
    Salesiano Cooperador e ex-presidente nacional dos EADB. 



VIVA SÃO JOÃO!

NASCIMENTO DE SÃO JOÃO BATISTA
24 de junho

     São João Batista era filho de Zacarias e de Santa Isabel. Chamava-se "Batista" pelo fato de ser um "batizador" (cf. Lucas 3,3). João, cujo nome significa "Deus é propício", veio à luz em idade avançada de seus pais (cf. Lucas 1,36).
     Parente de Jesus, foi o precursor do Messias. É João Batista que aponta a Jesus, dizendo: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Dele é que eu disse: Depois de mim, vem um homem que passou adiante de mim, porque existia antes de mim (João 1,29ss.). De si mesmo deu este testemunho: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor ..." (João 1,22ss.).
     São Lucas, no primeiro capítulo de seu Evangelho, narra a concepção, o nascimento e a pregação de João Batista, marcando assim o advento do Reino de Deus no meio dos homens. A Igreja o celebra desde os primeiros séculos do cristianismo. É o único santo cujo nascimento (24/06) e martírio são evocados em duas solenidades pelo povo cristão.
     O seu nascimento é celebrado pelo povo com grande júbilo: cantos e danças folclóricas, fogueiras, quermesses fazem de sua festa uma das mais populares e queridas de nossa gente.


SÃO JOSÉ CAFASSO
Dia 23 de junho

Era professor de Teologia Moral em Turim. Foi mestre e diretor espiritual de São João Bosco. Deu Excelente formação moral ao clero piemontês, de acordo com a boa escola de São Francisco de Sales e Santo Afonso de Ligório. Deixou em testamento os poucos bens que possuía a seus amigos São João Bosco e São José Benedito Cottolengo.

(Fonte: “ Cada dia tem seu Santo”, de A. de França Andrade – Artpress)





Chamados a viver em comunhão

     Estamos nos aproximando do dia do Papa com a festividade de São Pedro e São Paulo no dia 29 de junho.

     Sermos fiéis ao papa e à Igreja foi um dos legados que Dom Bosco nos deixou. Vejamos o que nos diz o Documento de Aparecida em seu texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, e confrontemos com nosso PVA.

     Chamados a viver em comunhão

     Jesus, no início de seu ministério, escolhe os doze para viver em comunhão com Ele. Para favorecer a comunhão e avaliar a missão, Jesus lhes pede: “Venham só vocês a um lugar desabitado, para descansar um pouco” (Mc 6,31-32). Também hoje o encontro dos discípulos com Jesus na intimidade é indispensável para alimentar a vida comunitária e a atividade missionária. (art. 154 doc. Aparecida)

     A vocação ao discipulado missionário é con-vocação à comunhão em sua Igreja. Não há discípulo sem comunhão. Diante da tentação, muito presente na cultura atual, de ser cristãos sem Igreja e das novas buscas espirituais individualistas, afirmamos que a fé em Jesus Cristo nos chegou através da comunidade eclesial e ela nós dá uma família, a família universal de Deus na Igreja Católica. A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos conduz à comunhão. Isso significa que uma dimensão constitutiva do acontecimento cristão é o fato de pertencer a uma comunidade concreta na qual podemos viver uma experiência permanente de discipulado e de comunhão com os sucessores dos Apóstolos e com o Papa. (art. 156 doc. Aparecida)

     A comunhão da Igreja se nutre com o Pão da Palavra de Deus e com o Pão do Corpo de Cristo. A Eucaristia, participação de todos no mesmo Pão de Vida e no mesmo Cálice de Salvação, nos faz membros do mesmo corpo. Ela é fonte e o ponto mais alto da vida cristã, sua expressão mais perfeita e o alimento da vida em comunhão. Na Eucaristia, nutrem-se as novas relações evangélicas que surgem do fato de sermos filhos e filhas do Pai e irmãos e irmãs em Cristo. A Igreja que a celebra é “casa e escola de comunhão”, onde os discípulos compartilham a mesma fé, esperança e amor a serviço da missão evangelizadora. (art. 158 doc. Aparecida).

( Ir.Carmen Demarchi – fma / Delegada Provincial BPA)





Sobre a devoção ao Sagrado Coração de Jesus

(Extratos do “ Diretório sobre Piedade Popular”, da Congregação para o Culto Divino, Vaticano. Dezembro de 2001)

166. A sexta-feira seguinte ao segundo domingo depois de Pentecostes a Igreja celebra a solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Além da celebração litúrgica, muitas outras expressões de piedade têm por objeto o Coração de Cristo. Não tem dúvida de que a devoção ao Coração do Salvador tem sido, e continua a ser, uma das expressões mais difundidas e amadas da piedade eclesiástica. Entendida à luz da Sagrada Escritura, a expressão “Coração de Cristo” designa o mesmo mistério de Cristo, a totalidade do seu ser, a sua pessoa considerada no seu núcleo mais íntimo e essencial...

167. Como o têm lembrado freqüentemente os Romanos Pontífices, a devoção ao Coração de Cristo tem um sólido fundamento na Escritura. Jesus, (...) apresenta-se a si mesmo como mestre “manso e humilde de Coração” (Mt. 11, 29). Pode dizer-se que a devoção ao Coração de Jesus é a tradução em termos cultuais do reparo que, segundo as palavras proféticas e evangélicas, todas as gerações cristãs voltaram para aquele que foi atravessado (cfr. Jo. 19, 27; Zc. 12, 10), isto é, o costado de Cristo atravessado pela lança, do qual brotou sangue e água, símbolo do “sacramento admirável de toda a Igreja”.

O texto de São João que narra a ostentação das mãos e do costado de Cristo aos discípulos (Cfr. Jo. 20, 20) e o convite dirigido por Cristo a Tomás para que estendesse a sua mão e a introduzisse no seu costado (Cfr. Jo, 20 27), tiveram também um influxo notável na origem e no desenvolvimento da piedade eclesiástica ao Sagrado Coração.

168. Estes textos, e outros (...) foram objeto de assídua meditação por parte dos Santos Padres que desvendaram as riquezas doutrinais e com freqüência convidaram aos fiéis a penetrar no mistério de Cristo pela porta aberta de seu costado. Assim, santo Agostinho diz: “A entrada é acessível: Cristo é a porta. Também se abriu para ti quando o seu costado foi aberto pela lança. Lembra o que dali saiu; portanto olha por onde podes entrar. Do costado do Senhor pendurado que morria na Cruz saiu sangue e água quando foi aberto pela lança. Na água está a tua purificação, no sangue a tua redenção.”

169. A Idade Média foi uma época especialmente fecunda para o desenvolvimento da devoção ao Coração do Salvador. Homens insignes pela sua doutrina e santidade, como São Bernardo (+1153), São Boaventura (+1274) e místicos como Santa Lutgarda (+1246), Santa Matilde de Magdeburgo (+1282), as Santas Irmãs Matilde (+1299) e Gertrudes (+1302) do Mosteiro de Helfta, Ludolfo de Saxónia (+1378), Santa Catarina de Siena (+1380), aprofundaram o mistério do Coração de Cristo no qual percebiam o “refúgio” aonde acolher-se, a sé da misericórdia, o lugar de encontro com Ele, a fonte do amor infinito do Senhor, a fonte da qual brota a água do Espírito, a verdadeira terra prometida e o verdadeiro paraíso.

170. Na época moderna o culto ao Sagrado Coração do Salvador teve novo desenvolvimento. No momento em que o jansenismo proclamava os rigores da justiça divina, a devoção ao Coração de Cristo foi um antídoto para suscitar nos fiéis o amor ao Senhor e a confiança na sua infinita misericórdia, da qual o Coração é prenda e símbolo. São Francisco de Sales (+1622), que adotou como norma de vida e apostolado a atitude fundamental do Coração de Cristo, ou seja, a humildade, a mansidão, (Cfr. Mt. 11, 29), o amor terno e misericordioso; Santa Margarida Maria Alacoque (+1690), a quem o Senhor mostrou repetidas vezes as riquezas do Seu Coração; São João Eudes (+1680), promotor do culto litúrgico ao Sagrado Coração; São Cláudio de la Colombière (+1682), São João Bosco (+1888) e outros santos têm sido apóstolos insignes da devoção ao Sagrado Coração.

171. As formas de devoção ao Coração do Salvador são muito numerosas; algumas têm sido explicitamente aprovadas e recomendadas pela Sé Apostólica. Entre elas devem ser lembradas: A Consagração pessoal, que, segundo Pio XI, “entre todas as práticas do culto ao Sagrado Coração é sem dúvida a principal”; a Consagração da família (...); as Ladainhas do Sagrado Coração de Jesus (...); o Ato de Reparação (...); a prática das Nove Primeiras Sextas-feiras (...).

É preciso, porém, que se instrua de maneira conveniente os fiéis: sobre o fato de que não se deve pôr nesta prática uma confiança que se converta em vã credulidade que, na ordem da salvação, anule as exigências absolutamente necessárias de Fé operante e do propósito de levar uma vida conforme ao Evangelho; sobre o valor absolutamente principal do domingo, a “festa primordial”, que deve caracterizar-se pela plena participação dos fiéis na celebração eucarística.

173. A piedade popular tende a identificar uma devoção com a sua representação iconográfica. Isto é algo normal, e tem sem dúvida elementos positivos, mas pode dar ensejo a certos inconvenientes: (...) imagens ás vezes adocicadas, inadequadas para manifestar o conteúdo teológico robusto, não favorecem a aproximação dos fiéis ao Mistério do Coração de Jesus. (...)

 



® 2008 Salesianos Cooperadores Brasil - © Todos os direitos reservados

 

secretaria@salesianoscooperadores.org
formacao@salesianoscooperadores.org
administracao@salesianoscooperadores.org
giseldafigueiredo@hotmail.com
migueis04@uol.com.br
robertovieira_nunes@hotmail.com
delegada_fma@salesianoscooperadores.org
delegado_sdb@salesianoscooperadores.org
sscc@salesianoscooperadores.org



Conselho Mundial
SDB Casa Geral
FMA Casa Geral
Vaticano
CNBB
União pela Vida
Ex-Alunos Mundial
 
         



Alto da página




Brulars e Schatzmann